quarta-feira, 6 de julho de 2011

Triste Sonho - 06/07/2011

Poema da vida

Caminho pelas ruas da poesia,

Sinto os passos da dor caminhando ao meu lado.

Contra o meu peito aperto um punhado de poemas,

Poemas escritos utilizando o meu sangue como tinta

E as minhas lágrimas como inspiração.

Cada palavra escrita é um desabafo gritante de uma alma incompreendida,

Uma alma que é maior que a vida.

Estou cansado...

O tempo teima em passar, cada poema é o cavar da minha sepultura,

Que num dia de Outono ficará coberta de folhas secas,

Tapando o meu nome na lápide.

Porém o meu melhor poema nunca será escrito,

Permanecerá um pouco dele em cada pessoa pela qual na vida delas passei,

Tal como em cada momento que deveras vivi,

Podendo apenas ser lido nas profundezas do meu olhar.

Vou escrevendo, meticulosamente uma palavra a seguir à outra…

Por vezes procurando na loucura a lucidez que a dor desenfreadamente me nega.

Escrevo ao ritmo do pulsar do meu coração,

Num livro que me foi dado no dia que nasci,

Um livro com páginas em branco a que se chama Vida!


by: Eric Pereira

3 comentários:

ETERNITY KIDZ disse...

Boa Eric! Triste mas profunda é a alma do poeta.
Grande Abraço!

Elisandro F.R. disse...

poesia magnifica e me inspira a blogar sempre

Anónimo disse...

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